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Jimmy Page na Lapa

Jimmy Page esteve na Lapa por alguns instantes no Rio Rock e Blues. Subiu no palco, autografou uns posters leiloados em benefício da Casa Jimmy, mas para decepção geral não tocou. Apenas pegou uma guitarra de um sujeito que estava no palco, deu UMA palhetada na guitarra autografada que seria arrematada e vazou.

Ainda bem que não fui, pois seria o acorde mais caro de minha vida: R$ 100,00. 

 

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Escrito por Ronaldo às 13h41
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Metallica no Brasil...

Foram confirmados dois shows do Metallica no Brasil. Dia 28/01 em Porto Alegre e 30/01 em SP. Pois é, mais uma vez o Rio de Janeiro ficou de fora. Não dá pra entender.

Não tem problema, a final da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 serão aqui.

 

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Escrito por Ronaldo às 00h46
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Metallica na América do Sul

:103:

:headbangers:

:tallica:

 

O Metallica divulgou em seu site oficial que virá à América do Sul no início de 2010. Estão confirmadas datas em Lima, Bogotá e Caracas.

A Universal informou que certamente estarão no Brasil. A questão é: onde??? Espero que não fiquem apenas por SP, como o show do AC DC. 

 

 

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Escrito por Ronaldo às 01h23
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Rockradio1

Para quem gosta de Hard Rock e Heavy Metal.

Ouça em www.rockradio1.com

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Escrito por Ronaldo às 00h34
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Escrito por Ronaldo às 00h12
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Canto de Ossanha

Já fazia muito tempo que eu não assistia a um bom show de MPB, daqueles com medalhões. Tive a oportunidade de ir ao show da Maria Bethânia, que acabou de lançar, acreditem, dois cd's. Eis uma mulher de coragem. Poderosa.

A nossa diva acabou de parir "Tua" e "Encanteira". Duas belas obras, extremamente românticas,  sensíveis e sutis, mas intensas, como tudo que Bethânia faz. O Canecão é o palco certo para abrigar este espetáculo audacioso. Pura arte.

Fiquei impressionado com a moral que ela teve de pautar o show em quase sua totalidade com o repertório dos novos discos. Ela poderia usar e abusar de clássicos mas o fez com extrema parcimônia. "Explode coração", de Gonzaguinha, por exemplo, foi "apenas" declamada - e ovacionada.

Ela estava acompanhada por seis músicos: um violonista, dois percusionistas, um baixista, um baterista e um tecladista. Ou seja, metade do som saía de tambores, atabaques, afoxés, timbaus, caxixis, agogôs, maracas e muitos outros instrumentos de origem africana.

O Canecão se transformou num terreiro da mãe Bethânia. O público, em reverência, soube aproveitar e respeitar. Se curtiu mais do novo, mais da sempre nova Maria Bethânia. Uma força da natureza no palco. Um orixá. Axé!   

Abaixo o repertório dos dois discos.

 

Tua

01. E o Amor Outra Vez (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro)
02. Tua (Adriana Calcanhotto)
03. A Mão do Amor (Roque Ferreira) / O Que Eu Não Conheço (Jorge Vercillo e J. Velloso)
04. Até o Fim (Cézar Mendes e Arnaldo Antunes)
05. Remanso (Moacyr Luz e Aldir Blanc)
06. Fonte (Saul Barbosa e Jorge Portugal)
07. Dama, Valete e Rei (Bill Farr) / Você Perdeu (Márcio Valverde e Nélio Rosa)
08. Guriatã (Roque Ferreira)
09. Saudade (Chico César e Moska) - com Lenine
10. Lamentação (Mauro Duarte) / O Nunca Mais (Roberto Mendes e Capinam)
11. Domingo (Roque Ferreira)


Encanteria

01. Santa Bárbara (Roque Ferreira)
02. Feita na Bahia (Roque Ferreira)
03. Coroa do Mar (Roque Ferreira)
04. Encanteria (Paulo César Pinheiro)
05. Saudade Dela (Roberto Mendes e Nizaldo Costa) - com Caetano Veloso e Gilberto Gil
06. Linha do Caboclo (Paulo César Pinheiro e Pedro Amorim)
07. Estrela (Vander Lee)
08. Minha Rede (Roque Ferreira)
09. Doce Viola (Jaime Alem)
10. Ê Senhora (Vanessa da Mata) / Batatinha Roxa (D.P.- adaptação de Roberto Mendes)
11. Sete Trovas (Consuelo de Paula / Etel Frota / Rubens Nogueira)

 

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Escrito por Ronaldo às 00h15
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Estes caras aí embaixo quase me deixaram surdo. Fiquei bem próximo do palco do Circo Voador. Passava da meia-noite quando os negões entraram. Aí a porrada estancou. O som estava ensurdecedor. No inicio, um pouco embolado também, mas foi ajustado logo. Eu que já estive em vários shows, que já fiquei com o ouvido colado num trio elétrico uma vez (sem maiores detalhes, por favor), fiquei impactado. Estou até agora com zumbido no ouvido.

O show foi bom. São todos virtuoses e deu pra perceber que estavam se divertindo com a parada. O baixista desceu do palco e tocou no meio do público, só para terem uma idéia. Tocaram todas as músicas conhecidas e, como sempre, alguns covers. Rolou um pedaço de "Hound Dog" no meio de "Elvis is dead"; "Crosstown Trafic", de Jimi Hendrix; e "Sunshine of your love", do Cream.

Vida longa ao Living Colour - e aos meus ouvidos!!!

 

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Escrito por Ronaldo às 21h32
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Living Colour

Living Colour é uma banda americana que surgiu na cena hard rock mundial em 1984. A formação original trazia Vernon Reid, guitarrista inglês radicado nos Estados Unidos, o baterista William Calhoun, o baixista Muzz Skillings e o vocalista Corey Glover.

Mais do que “mais uma banda” dentre várias que surgiam todos os dias nos acalorados anos 80, o Living Colour veio para mexer e remexer o caldeirão do rock, seja com uma completa fusão de ritmos, seja revirando e lançando por terra conceitos e pré-conceitos que dominavam o meio musical da época. Bandas integradas somente por negros não tinham muito espaço no rock e ficavam restritas ao cenário hip-hop.

Mas de nada teria adiantado o discurso anti-segregação racial do grupo se não houvesse também uma boa fundamentação musical e isso, sem exagerar, sobrava no Living Colour. Seus integrantes, músicos virtuosos advindos do jazz, passeavam com maestria também por elementos como rock, funk, punk, rap, heavy metal e, com facilidade, ganharam fama nos principais clubes de Nova York. Em pouco tempo já eram a nova cara do funk rock alternativo.

Claro que talento também precisa daquela dose de sorte, o “estar no lugar certo na hora certa” e ela veio quando um encantado Mick Jagger surgiu em um dos clubes novaiorquinos em que o LC se apresentava e quis conhecer os músicos. Dali até o popstar se prontificar a produzir a demo da banda foi um pulinho. Entrar, por meio dessa fita demo, na Gravadora Epic... foi outro pulinho. E Mr. Jagger ainda deu canja no álbum de estréia: “Vivid” (1988). Na turnê em que abria o show dos Rolling Stones, a música "Cult of Personality" virou hit absoluto, ecoou por quase todo o planeta e deu ao LC o Grammy 89 de “melhor performance de hard rock”.

O Living Colour tinha demarcado seu espaço e o mercado fonográfico também se rendia, abrindo mais portas para bandas de rock formada por negros. Com isso o grupo pôde lançar seu segundo álbum: "Time´s Up". Como no primeiro, muita inspiração e ecletismo estavam presentes também nesse segundo trabalho. Resultado: Mais um sucesso de vendas e outro Grammy.

Claro que mudanças causadas por opiniões divergentes também fazem parte da história da banda e, em 92, o baixista Skillings sai e é substituído por Doug Wimbish, músico talentoso e um dos pioneiros do contrabaixo no hip-hop.

Em 93, mais um lançamento fonográfico: “Stain”. Talvez o trabalho mais “pesado” do Living Colour. E o de repercussão mais discreta também. Em 94, sem muitas explicações e às portas da gravação do quarto álbum, Vernon Reid, líder fundador da banda, deixa os parceiros e encerra um ciclo. Sem ele os outros não quiseram continuar.

Foram seis anos de separação em que os músicos dedicaram-se a outras bandas e trabalhos individuais. Até que, em 2000, juntaram-se novamente para apresentações no CBGB, clube de Nova York onde tudo havia começado.
Em grande parte os créditos pelo ressurgimento da banda são atribuídos aos próprios fãs, sobretudo os tupiniquins com os quais o baterista teve muito contato quando veio ao Brasil, por diversas vezes.

"CollideOscope", álbum de 2003, reflete bem essa nova fase e soma elementos eletrônicos à sonoridade da banda , mas o resultado final não agradou muito os músicos.


O grupo veio pela primeira vez ao Brasil em 92, para a terceira edição do Hollywood Rock. Apesar de não ser tratado pela organização do evento como a maior atração, roubou totalmente a cena, atraiu a atenção do público e, sem muita firula e munido de competência e som contagiante, fez de sua apresentação vibrante e barulhenta o melhor show do festival. Platéia e crítica se juntaram em rasgados elogios para o que, até hoje, é considerado um dos mais memoráveis shows de rock realizados em nosso país.
O quartetovoltou mais algumas vezes. Em 2004 e 2007 fez apresentações contagiantes e cheias de empatia com seu público fiel.
Em mais de duas décadas de carreira o Living Colour continua a todo vapor, com uma trajetória marcada muito mais pela preocupação com a qualidade e coerência artística do que com modismos comerciais. Mistura musical e racial, fusões ricas de ritmos e sons que acabam se transformando em sucesso de público e crítica.
Agora, em outubro de 2009, a banda aterrissa por aqui com a turnê “The Chair In The Doorway”, seu novo e aguardado álbum de estúdio após uma lacuna de cinco anos. O lançamento mundial acontece nos Estados Unidos no dia 15 de setembro e em seguida eles vêm para brindar o público brasileiro com seis apresentações.

O primeiro show da turnê será no dia 09 de outubro no Music Hall, em Belo Horizonte. Também já estão confirmados: dia 15 de outubro no Via Funchal, em São Paulo, e dia 16 de outubro no Circo Voador, Rio de Janeiro. Outras cidades e datas serão anunciadas em breve.



Faixas do Álbum “THE CHAIR IN THE DOORWAY”:

Burned Bridges - The Chair – DecaDance - Young Man - Method - Behind The Sun - Bless Those - Hard Times - Taught Me - Out Of Mind- Not Tomorrow


FORMAÇÃO:

VERNON REID (guitarras) – COREY GLOVER (Vocais) – WILLIAM CALHOUN (bateria) e DOUG WIMBISH (contrabaixo).

(do CircoVoador.com.br)

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Escrito por Ronaldo às 00h54
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Assisti no Festival do Rio e recomendo

O documentário foge um pouco do que seria o tradicional de se contar a vida e obra do Chacrinha. Usa imagens e depoimentos de chacretes, artistas e calouros com uma linguagem à Velho Guerreiro, para mostrar todas as suas facetas e contradições: criatividade, improvisação, comunicação, caos, deboche, esculhambação, humilhação dos calouros, exposição de mulheres e muito bacalhau  e abacaxi para a platéia, afinal, vivemos de pão, circo e, por que não?, de programas de auditório e buzinadas.

Interessante verificar como aquele programa mexia com a cabeça dos calouros, alimentando a ilusão de fama para uma horda de humildes e/ou doidos. Era engraçado, mas era tragicômico. A decadência das antigas chacretes é outro ponto explorado, numa espécie de antes e depois.

Dei boas risadas no filme, pois o mesmo está repleto de cenas e tiradas inusitadas. As chacretes entregam os figurões da época com quem saiam  - há controvérsias se em troca de dinheiro ou não. Uma delas disse que "Francisco" Collor foi um deles. Hilário.

Impossível não lembrar de minha infância e adolescência que foi muito embalada nos sábados a tarde pelo Cassino do Chacrinha. No início dos anos 80, as bandas de rock não tinham a menor cerimônia em ir lá e mandar aquele playback básico. Sessão nostalgia pura.

 

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Escrito por Ronaldo às 01h29
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It Might Get Loud - no Festival do Rio

SINOPSE:

Despindo-se de sua imagem de rock star, Jimmy Page (Led Zeppelin), The Edge (U2) e Jack White (The White Stripes), guitarristas emblemáticos de três gerações diferentes, apresentam sua história, sua filosofia musical, seu estilo e sua relação com o instrumento que tornou-se a essência da música pop. Através de visitas a locais marcantes de suas carreiras, os artistas falam de sua rebelião musical e de como forjaram seus sons particulares. O encontro entre os três proporciona a troca de experiências, riffs, canções e, principalmente, a oportunidade única de tocarem juntos.

  

 

HOJE NO LEBLON 1. SEXTA NO ROXY 3.

 

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Escrito por Ronaldo às 01h29
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AC DC no Brasil - Rio ficou de fora

Depois de 13 anos, a banda australiana AC/DC voltará ao Brasil em 27 de novembro para show único no Estádio do Morumbi, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê do CD ‘Black Ice’ (2008), aclamado por crítica e público, e que já vendeu mais de seis milhões de cópias.

O álbum recebeu disco de ouro em vários países, inclusive no Brasil. A ‘Black ice world tour’ é a primeira turnê do grupo após cinco anos e estreou em outubro de 2008. Só para se ter uma ideia da estrutura, o palco tem 78 metros de comprimento e 21 de profundidade.

Os ingressos para o show começam a ser vendidos dia 1º de outibro em
www.showacdc.com.br.
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(Correio da Bahia)
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Escrito por Ronaldo às 01h44
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Funk - movimento cultural?

Nesta semana eu passava pela Assembléia Legislativa (ALERJ), onde em frente tinha um carro de som enorme, e alguém anunciava que a estudantada ia entrar, mas com calma e etc e tal. Acreditei que fosse tudo, menos que era sobre a votação do projeto de lei que tornava o funk um movimento cultural.

Eu achei este troço um horror. Primeiro por tentar estabelecer na base da canetada o que é cultura. Isto é um absurdo, algo que só pode ter motivação política em ano pré-eleitoral. Li que o PL tem como coautor o Wagner Montes, este mesmo que estás pensando. Precisa dizer mais alguma coisa? Sim, que foi aprovado por unanimidade.

Preconceitos a parte, eu odeio funk. É o que de pior já inventaram no Brasil e que tentaram dar o nome de música. Perto do funk, eu começo a achar o "É o Tchan!" uma obra de arte. Sempre há espaço para piorar.

Reconheço que faz parte da rotina de milhares de jovens aqui do Rio. Está uma febre. Rola em mp3, toques de celular, em carros pela rua. O horror. O que começou nos bailes nas comunidades agora é moda. Patricinhas e mauricinhos estão no batidão. Epidemia.

Dado o nosso histórico de safadezas, lato e stricto sensu, "músicas" com conotação sensualmente apelativa fazem sucesso sempre. Nos últimos trinta anos houve algumas musas: Gretchen, Rita Cadillac, Carla Perez, Scheila Carvalho e agora as popozudas, melancias, filés, moranguinhos e cachorras em geral.

Lá nos EUA, atualmente a black music deles está uma merda também. Os MCs tem cara de bandido, cafajeste, são machistas e gostam da mulherada submissa. São os reis da cocada: carrões, cordões e etc. Aqui os caras esculhambam as mulheres e elas se vingam na mesma moeda: "sou solteira, sou cachorra" e ladeira abaixo.

Creio que chegamos no limite de nossa pouquíssima vergonha. Está pesado e obsceno demais. Baixo nível mesmo. E, claro, as crianças acabam ouvindo esta merdalhada toda. O que fazer? Conviver com isso da melhor forma. Estes funkeiros e popozudas não vieram de Marte, são gente nossa, então, lamento, isto também é a nossa cara carioca.

Como temos um governador populista, o PL deve ser sancionado e o funk será movimento cultural por lei, e já tem 1º de setembro como seu dia. Os senhores deputados não devem ter o que fazer mesmo para ficarem gastando tempo e dinheiro público com esta merda.

 

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Escrito por Ronaldo às 00h35
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Beatles remasterizado

A Apple Corps e a EMI Music anunciaram para dia 09/09/2009, quarta-feira, o lançamento do catálogo original dos Beatles, digitalmente remasterizado. O trabalho para o lançamento destes CDs durou 4 anos e foi feito por engenheiros trabalhando nos estúdios da Abbey Road em Londres, usando novas tecnologias junto com equipamentos antigos. Desta forma, o catálogo terá a maior fidelidade já vista desde o lançamento dos discos.

A coleção contará com 12 CDs, junto com o Magical Mystery Tour, que se tornou parte do catálogo quando lançado em 1987. Além disso, as coletaneas Past Masters Vol. I and II foram combinadas em um só disco. Os CDs contarão com a arte original, além de livrinhos contendo notas históricas detalhadas e fotos raras. E, por um período limitado, os CDs terão vídeos com um breve documentário do making off cada album (exceto o Past Masters), com gravações de arquivo, fotos raras e conversas nos estúdios.

(Dani Valentim)

 

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Escrito por Ronaldo às 04h40
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Ópera metroviária

Tem coisas que só acontecem no Rio de Janeiro. O inusitado parece que mora ao lado. Hoje rolou uma ótima no Metrô.

O metrô na hora do rush é algo como uma lata de sardinha, mas ainda é disparado o meio mais rapido de locomoção urbana. Diariamente, para mim, são 20 minutos para ir e outros para voltar do trabalho. De ônibus perderia uma hora de cada vez, no mínimo.

Hoje a noite, lá no meio daquele amontoado de gente, duas senhoras começaram a cantar "O Sole Mio". Parecia impossível de crer. As duas, como se estivessem num palco, num Teatro Municipal. A galera começou a se entreolhar incrédula e a rir.

Todos deviam estar pensando que as velhas eram doidas. Daqui a pouco quando as duas se entusiasmaram e um mais grosseiro gritou: "AAAAAHHHHHHHH". Sem se rogarem, as duas aumentaram o volume, com uma entonação cada vez mais emocionada e tocante - para elas.

"Cala a boca aí que eu quero dormir!!!", perdeu a paciência um "insensível". Bem, até que as velhinhas não estavam desafinando, tinham alguma noção de música e de italiano. Mas, pqp, na hora do rush no metrô, ninguém merece. Quem quer ouvir música tem um MP3 ou ipod.

À capela subterrânea durou cinco estações. Depois elas desceram no Estácio e foram com a massa para a Linha 2. A ópera deve ter seguido até a Pavuna - ou até as expulsarem do vagão.

 

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Escrito por Ronaldo às 00h08
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O fantasma de Kurt Cobain

 

Finalmente entra em cartaz aqui nesta sexta, depois de ter passado em festivais, ‘Kurt Cobain — Retrato de uma ausência’. O filme não é um documentário convencional. Nele, você não vê pessoas falando. Você não vê ninguém. Apenas escuta a voz, em narração off, do próprio Kurt Cobain (vocalista/guitarrista da banda Nirvana). Como um fantasma, ele vai contando a sua própria história.

Isso porque o material usado saiu das mais de 25 horas de conversas que o jornalista Michael Azerrad teve com Cobain, e que depois se transformou no livro “Come as you are: the story of Nirvana”. Mas, como Azerrad não tinha grana para pagar direitos autorais a dona Courtney Love, não há qualquer áudio ou vídeo do Nirvana, apenas trechos, fragmentos, imagens de ruas e lugares.

Assim é “Kurt Cobain — About a son” (no original), de A.J. Schnack, uma narrativa através de imagens por onde Kurt e o grunge deixaram o seu rastro (as ruas pobres de Aberdeen, os clubes de Seattle...). Isso, no fim das contas, acaba tendo mais impacto do que se fosse feito da forma convencional.

(do Rio Fanzine)



Escrito por Ronaldo às 01h12
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